A notícia de uma moderna Brigada de Trânsito foi bem recebida. As pessoas ainda se lembram de quando se viam patrulhas na estrada e de como eram respeitadas - temor que se perdeu, assim como a visibilidade das patrulhas, e que é uma das razões para infrações como o excesso de velocidade (outras são melhores carros e estradas). O que se espera, e o ministro da Administração Interna sabê-lo-á, é que o número de militares (e meios) da GNR exclusivamente dedicados ao trânsito tem de ser provavelmente duplicado. A GNR é um canivete suíço. Consegue tudo. Polícia de patrulha, costeira, fronteiras, trânsito, incêndios, resgates, missões no estrangeiro… Mas, apesar de ser uma das que melhor resiste ao desencantamento com a carreira pública na segurança, a manta não estica muito mais. No quadro orgânico previsto na GNR não estão ocupados (de acordo com o mapa de pessoal) os lugares de 223 oficiais, 318 sargentos e 3656 guardas. Que jeito dariam nas estradas. E ainda, a especialidade de Trânsito tem de ser atrativa aos militares (o que não tem sido) e remunerada o suficiente para ser blindada à corrupção que matou a antiga BT - ninguém aceitaria ver, de novo, multas perdoadas a troco de sanitas.
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