Esta sexta-feira guardei para a noite, tranquilo, o visionamento da reportagem (que aconselho assistir!) sobre os bastidores do Politeama que foi publicada nesse dia no site do Correio da Manhã, a propósito do Dia Mundial do Teatro. Um trabalho estupendo, com uma edição entusiasmante, de dois jovens jornalistas desta casa: Ana Sofia Pinto e Cláudio Martins. Esta reportagem sobre a companhia de Filipe La Féria deixa-nos com vontade de ir ao teatro. E isso é tudo o que a arte precisa de nós: a nossa comparência. La Féria é um encenador que, aos 80 anos, não fez tudo bem, mas não tem, como nunca verdadeiramente teve, problema em identificar o maior inimigo do teatro: um Estado que não investe nos palcos e nas companhias; e por isso deseduca e promove o ‘brain rot’. De manhã cruzara-me com ele no corredor da CMTV e recordámos que foi meu professor e as aulas eram no palco do Politeama (e que às vezes me baldava para fumar num camarote). Resumimos em dois minutos a injustiça e culpado pelo estigma a alunos e professores da Independente: era uma universidade boa e com boas apostas, por exemplo no cinema e jornalismo; e o homem que mais a descredibilizou, um tal ator chamado José Sócrates, ainda por aí anda a representar.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Estado que não investe no teatro, deseduca e promove o ‘brain rot’.
Descuidos na segurança das operações são 'borlas' aos adversários.
Um indivíduo perceciona pela visão estar a ouvir uma coisa, quando está de facto a ser dita uma outra.
Dificilmente Trump - que para já só alcançou o alastrar do conflito a toda a região - conseguirá algo sem tropas no terreno.
Mal o foco do País se desviou da devastação do mau tempo, ressurgiu o caos na Saúde.
O sistema internacional falhou na imposição das conquistas da II Guerra.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos