A guerra EUA/Israel vs Irão, sendo trágica a todos os níveis, já tem algum anedotário. Para esse contribuem mais do que os desvarios de Donald Trump. Nos últimos dias o Le Monde descobriu que um jovem oficial da marinha francesa denunciou ao Mundo a posição exata, que se queria secreta, do porta aviões nuclear Charles de Gaulle, enviado - só se deveria saber para algures - no Mediterrâneo oriental. Ora, esse marinheiro registou numa aplicação online as corridinhas que deu no convés. Mais que dar a conhecer que faz 7 km em 35 minutos (nada mau!), o oficial marcou no mapa que estava a sul de Antalya. Brilhante. Como foi, embora muito menos grave, o segredo sem jeito feito em torno do percurso do C-130 que foi buscar os portugueses fugidos de Israel; e cujas escalas estavam afinal todinhos nas aplicações abertas que seguem os voos civis. Ou, em tempos, um oficial português na República Centro-Africana que comentava no Facebook dos amigos as sortidas dos caças franceses sobre os grupos armados. A segurança das operações, conceito que não é novidade, continua, por manifesta incúria (ver estes casos), a abrir brechas por fogo amigo, dando 'borlas' aos adversários. Sendo estas facilidades continuadas, justificam ações preventivas e as chefias militares devem acusar a receção.
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Descuidos na segurança das operações são 'borlas' aos adversários.
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