Terça-feira completam-se quatro anos do ataque da Rússia à Ucrânia - e sexta-feira doze anos da ocupação russa da Crimeia. Estimativas apontam para entre 400 mil e milhão e meio de mortos e feridos; muitos deles civis vítimas da campanha russa de drones. Esta guerra, pelo desejo de Putin em impor a Rússia imperial numa 'operação especial' de três dias, já passou os 1418 dias da 'Grande Guerra Patriótica' (a participação russa II Guerra Mundial). A narrativa da frente leste em 1941-45 (combater os nazis) foi revisionada para 2022-26. Mas Putin nem se aproxima da verdade ao colar Zelensky e a Europa democrática a qualquer iniciativa invasora. O czar no Kremlin, sem avanços militares, manda na morte para lucrar na guerra de atrição que enfraquece as infraestruturas ucranianas. Por vontade de Trump, Putin vai vencer quando a Paz chegar nos seus termos (conquista territorial e subordinação política da Ucrânia, restringindo o seu acesso à UE e à NATO). Não há volta a dar, para vergonha da Europa, dos EUA e da ONU. O sistema internacional falhou na imposição das conquistas da II Guerra: a soberania dos Estados, a inviolabilidade das fronteiras e o direito dos povos à autodeterminação.
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O sistema internacional falhou na imposição das conquistas da II Guerra.
Não é admissível que, num desastre, o socorro chegue atrasado por falta de comunicações.
O PR tem razão, foi ele quem às TVs fez de porta-voz das Forças Armadas.
Administração Interna tem uma resistência sectária ao emprego dos militares das Forças Armadas.
Proibir tudo resulta em pessoas e grupos a quererem desobedecer a tudo.
Os militares agora no ativo devem agradecer a esses pioneiros que há 30 anos partiram para a Bósnia.
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