O Presidente da República conhece hoje o sucessor mas ainda vai tomar decisões. Marcelo tem, nos próximos dias, que aprovar (ou não) os nomes (ainda desconhecidos) ou reconduções propostas pelo Governo para as duas chefias militares que terminam agora o mandato; e este será um último serviço decisivo como Comandante Supremo das Forças Armadas. É público que Marcelo, que não tem sangue de barata e gosta de meter a faca no bolo, reprovou a forma como o Estado-Maior-General das Forças Armadas (mal) comunicou durante o socorro, ainda em curso, pelas tempestades. Uma inoperância que permitiu a narrativa de que os militares ficaram nos quartéis de mãos nos bolsos, o que é injusto e ingrato (dos praças à maioria dos oficiais generais nos três ramos). O PR tem razão. Foi ele que às TV fez de porta-voz, ao ler as notas que lhe iam sendo passadas pela ajudante de campo. Algo, como assinalou, impensável com chefes que ali serviram anteriormente. A atual tática do silêncio, aproveitada por quem gosta de passar entre os pingos, não serve com ‘chuva’ assim forte. Só beneficia aos outros ‘generais’, os da Proteção Civil, ajudando-os a sobreviverem a mais um falhanço e, quem sabe, com mais verba para novos coletes e jipes.
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