Não foi pela presença do Presidente da República, do primeiro ministro e de vários ministros e secretários de Estado nas zonas afetadas pelas tempestades dos últimos 20 dias que o socorro às vítimas ou os trabalhos de recuperação, nuns casos, ou prevenção, em outros, deixaram de ser feitos. Muito pelo contrário. Esse mito, de que “os governantes só atrapalham”, criado por alguém que não quis dar a cara nas imensas tragédias dos fogos de 2017, cai por terra como mais uma vítima destas tempestades.
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Não é admissível que, num desastre, o socorro chegue atrasado por falta de comunicações.
O PR tem razão, foi ele quem às TVs fez de porta-voz das Forças Armadas.
Administração Interna tem uma resistência sectária ao emprego dos militares das Forças Armadas.
Proibir tudo resulta em pessoas e grupos a quererem desobedecer a tudo.
Os militares agora no ativo devem agradecer a esses pioneiros que há 30 anos partiram para a Bósnia.
Assistimos a falta de noção, de respeito e de capacidade técnica e política.
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