Governo argentino recua após designar pessoas com deficiência intelectual como “idiotas”. Uma notícia que vem mostrar como os nomes têm peso. Há todo um percurso de mudança, nas últimas décadas, na Organização Mundial de Saúde e na própria sociedade que percebeu isso. Não é o mesmo classificar uma doença como “maníaco-depressiva” ou como “bipolar”. A primeira designação exclui e afasta a pessoa doente do centro social, a segunda designação – “bipolar” – não repele, pelo contrário, aproxima. Esta nova designação – bipolar – diz, de uma forma verdadeira, que há uma doença que coloca a pessoa em dois pólos anímicos completamente distintos e extremos. Um nome mais delicadamente atribuído a uma doença do foro psicológico ou intelectual melhora essa doença? Eis uma pergunta que um cínico pode fazer. Talvez não melhore objetivamente – mas o apoio médico e químico aí está, para trabalhar nesse particular –, porém, um nome mais decente, digamos, ao não estigmatizar tanto, melhora a situação do doente, de uma forma indireta, em termos da estima própria e ao nível social. Isso é evidente.
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