Dona Elaine, a prudente governanta deste eremitério de Moledo, passou mal durante estas duas semanas. Nada o fazia prever depois de um Natal tranquilo e de, entre o jantar de Natal e o de fim de ano, as visitas habituais a terem animado. Por uma bela tarde de sol, o Dr. Pereira Coutinho apareceu acompanhado da família, interrompendo as suas férias em Leça (Dona Elaine perguntou-lhe quando é que trazia o Dr. Mexia por estes lados); a Dra. Celina, ocupada com a sua biblioteca de Caminha, veio buscar a minha sobrinha Maria Luísa para almoçar e ficámos a conversar sobre o meu arquivo de velharias, que ela garante precisar de uma ordem; a minha irmã Maria Emília caiu de cama com gripe pela primeira vez em muitos anos, comprovando tratar-se de um mal que ataca sobretudo os homens, seres frágeis e mimalhos, de modo que não veio ao almoço de dia de Natal; por sua vez, o Dr. Barreto Nunes, que costuma visitar Vila Praia de Âncora sempre que pode, fez um desvio até Moledo e trouxe uma caixa de águas de Melgaço, que entraram na despensa com grande utilidade.
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