Comecei há dias por recomendar cuidado com os fracos. Também muito cuidado nos encontros entre titãs. Lembro-me daquele em que o ‘jogo bonito’ saiu de rastos. A 8 de julho de 2014, a transmissão era direta do Mineirão, em Belo Horizonte. Eu estava num restaurante no Alentejo cheio de televisões e estrangeiros. Cerveja e vinho, pezinhos de coentrada, torresmos e azeitonas – e nem de propósito, uma mesa de alemães e outra de brasileiros que se preparavam para que vencesse o melhor. Ainda na primeira parte, como toda a gente se lembra, em seis minutos houve quatro golos dos alemães. Quando acabou o jogo estavam sete lá dentro e o Brasil só com um espirro. Diz que foi um golo.
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