A descolonização foi uma promessa falhada de Abril. Jurava independência e desenvolvimento aos povos das ex-colónias, mas o resultado final foi o inverso. O governo português de então retirou à pressa os portugueses “brancos” das ex-colónias. 600 mil fugiram para o Continente. Chamaram-lhes, mal, retornados, pois muitos nem sequer tinham vivido em Portugal. Foram de facto refugiados. De seguida, o Estado português, controlado pelo PCP, entregou, de mão beijada, Angola e Moçambique ao domínio do Bloco de Leste, à Rússia. 50 anos volvidos, os angolanos estão submetidos a um regime corrupto, que captura as riquezas do país enriquecendo uma oligarquia fiel ao Presidente Lourenço. Em Moçambique, o povo sofre as agruras da pobreza, depois de o anterior presidente Guebuza ter desviado milhares de milhões de dólares. A Guiné transformou-se num narco-estado. Triste destino o destes países, mártires de uma descolonização desastrosa.
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