A festa acabou, o Estádio da Luz apagou, o povo sumiu do Marquês, e a noite só não esfriou porque já estamos quase no verão. Só faltam as finais da Taça da Liga (Benfica-Marítimo, na sexta-feira) e da Taça de Portugal (Sporting-Sp. Braga, no domingo) para terminar mais uma temporada de futebol em Portugal.
Chega o momento que os adeptos temem. Em Alvalade fala-se na saída de Cédric, Carlos Mané e William Carvalho, do argelino Islam Slimani, do brasileiro Jefferson ou do peruano Carrillo – sem falar no retorno de Nani ao Manchester United. No Benfica, de onde os jovens da formação saem antes de chegar à equipa principal, sofre-se por antecipação a venda do argentino Gaitán. Do FC Porto sai o brasileiro Danilo, o compatriota Casemiro volta ao Real Madrid, e o espanhol Óliver Torres regressa à mesma cidade, para o Atlético.
Mais uma hemorragia de talento, pois os clubes precisam de vender para fugir ao abismo, e os jogadores querem sair para terem salários melhores, mesmo que seja no Chipre. Fazem-no sem convite expresso de Passos Coelho, sem reportagens lacrimejantes, tal como tantos outros antes, em busca de vida melhor.
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