Os ataques a jornalistas em trabalho au- mentaram exponencialmente na última década. Comprovam-no relatórios de organizações tão reputadas como a Repórteres Sem Fronteiras ou a ONU. Mais: deixaram apenas de ser os repórteres de guerra e aqueles que ousam enfrentar poderes políticos e económicos e colocar em causa regimes as vítimas. Cobrir eventos desportivos tornou-se igualmente uma atividade de risco. Há exemplos por todo o lado, cá ou lá fora. Vem isto a propósito do caso do jornalista da SIC Nuno Pereira. Não pretendo aqui falar das alegadas provocações e agressões durante um direto na Alemanha, da resposta e suas consequências. Interessa-me apenas usar este espaço para mandar um abraço solidário aos profissionais que ainda arriscam a sua integridade física para relatar o que se passa no cada vez mais selvático mundo do futebol, seja no Europeu ou nas distritais.
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