Em Castelo Branco, a Justiça parece querer bater um qualquer recorde. Um procurador decidiu arrolar mais de 2100 testemunhas num processo, onde se discute a emissão irregular de atestados médicos para a revalidação das cartas de condução. Um número que causa estupefação, nem casos como o processo Marquês ou o BES atingiram estas dimensões. A situação gerou já contestação e levanta várias dúvidas. Desde logo, como é possível garantir que a Justiça será efetivamente feita num julgamento que certamente se arrastará durante anos nos tribunais? Um claro teste de paciência para magistrados, advogados e até arguidos, que se vêm envolvidos numa verdadeira maratona judicial.
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Procurador decidiu arrolar mais de 2100 testemunhas num processo em Castelo Branco. A situação gerou contestação.
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