O que começou por chocar pela brutalidade, choca agora também pela dimensão. Os crimes de violação e tortura na esquadra do Rato podem arrastar muitos mais polícias do que inicialmente se pensava. São já nove em prisão preventiva, a investigação pode mesmo atingir mais sete dezenas de elementos da PSP. Não porque tenham tido intervenção direta, mas porque assistiram aos vídeos, partilharam e nada fizeram para denunciar. O velho ditado de que “quem cala consente” é aqui aplicado na perfeição. Numa força policial não pode existir lugar para quem comete este tipo de crimes, nem para quem com eles compactua.
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