O homicídio de Susana Gravato é um dos casos mais impressionantes a que assistimos no país. Um menor, de 14 anos, que matou a própria mãe. Disparou uma vez e voltou a disparar, mesmo quando Susana disse ao filho que estava tudo bem e lhe pediu calma. Este detalhe, por si só, diz muito sobre a violência do crime. E desde logo este caso coloca-nos uma questão central: estará o sistema de facto preparado para reabilitar adolescentes que cometem crimes desta gravidade? Falamos de um menor que não conseguiu explicar o motivo para o crime, que em tribunal não mostrou emoção e que as perícias indicam que tem traços psicopáticos. A Justiça determinou que seja acompanhado a nível psiquiátrico e psicológico, mas será isso suficiente?
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Perderam a mulher, a mãe, mas também um filho e um irmão.
Inspetores que levaram à morte de Ihor em 2020 estiveram nem três anos presos na cadeia.
Não deixar quem cuida à mercê da violência e do sofrimento tem de ser uma prioridade.
Procurador decidiu arrolar mais de 2100 testemunhas num processo em Castelo Branco. A situação gerou contestação.
O que antes era prioridade tornou-se em mais um dossiê esquecido.
Esquemas criminosos lesam não só as autarquias, mas também quebram a confiança dos cidadões nas instituições.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos