As tempestades que assolaram o país deixaram um rasto de destruição e levaram a um desfile de visitas institucionais aos locais atingidos. Ministros e secretários de Estado, com garantias dadas à pressa. A quem perdeu tudo foram prometidos mundos e fundos. Agora, quase dois meses depois de os primeiros concelhos terem sido atingidos, confirmam-se as piores previsões. As candidaturas foram feitas, os processos avançaram no papel, mas os prometidos apoios continuam sem chegar. A maioria das pessoas e empresas não se reergueu e há quem o tenha feito apenas com dinheiro do próprio bolso. São vidas que permanecem em suspenso, famílias à espera de uma ajuda que parece amarrada à burocracia.
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