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Ana Isabel Fonseca

Jornalista

O tempo de Sócrates

29 de abril de 2026 às 00:30

O processo que envolve José Sócrates assemelha-se àqueles filmes que ainda mal começaram e já deixam antever o final. Sem surpresa, prescrevem esta semana crimes de corrupção ativa. Em junho, deverão cair crimes de corrupção passiva, imputados diretamente ao antigo primeiro-ministro e a Armando Vara. Há muito que se percebia que uma parte da acusação não iria sobreviver à fase de julgamento. Neste longo braço-de-ferro com a Justiça, Sócrates tem jogado com um trunfo decisivo: o tempo. Mesmo perante a possibilidade de uma condenação, o arrastar do processo torna cada vez mais remota a hipótese de consequências efetivas, como um regresso à prisão.  

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