Mário Centeno deixou o Terreiro do Paço para se instalar no Banco de Portugal, não muito longe, há cerca de ano e meio, mas continua a acompanhar de perto a política orçamental do País. Ou não fosse a função de supervisor financeiro intrinsecamente ligada ao desempenho das finanças públicas e ao crescimento económico.
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Comédia do que se diz e faz ao contrário, raia o ridículo dos filmes de estarolas.
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Presto homenagem a todas as mulheres que ousaram “ocupar lugares tradicionalmente de homens”.
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