A realidade está a bater recordes em hipocrisia. A comédia do que se diz e faz ao contrário, raia o ridículo dos filmes de estarolas. Tive ideia deste comportamento demencial ao ler a notícia da carta de condolências de Vladimir Putin ao homólogo iraniano, pela morte de Ali Khamenei. Referências a “estadista excecional” e à “violação cínica de todas as normas da moralidade humana e do direito internacional” sugeriam uma retaliação poderosa. Contudo e por enquanto, o invasor e ocupante desde há uma dúzia de anos de territórios ucranianos, remeteu-se, como nos casos Bachar Al-Assad (Síria) e Nicolas Maduro (Venezuela), ao mesmo papel de distribuidor de consolo. E os iranianos que se aguentem.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Comédia do que se diz e faz ao contrário, raia o ridículo dos filmes de estarolas.
Vivemos num País em que todos os dias há notícias de violência doméstica.
Mesmo as pessoas alheias têm ideia que se trata de um tempo especial.
Houve uma estoica vontade dos cidadãos de expressarem a sua escolha.
Ventura falhou vários disparos nas críticas ao Governo.
A dificuldade de entender o que o Presidente da República pode conseguir marcou todo o debate entre Seguro e Ventura.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos