John Rawls abordou uma questão clássica e complexa na parte final da ‘Teoria da Justiça’. Deve o Estado de direito democrático ser tolerante com os intolerantes? Dá-lhe uma resposta positiva, mas formula um limite intransponível ou, como agora se diz, uma linha vermelha. A tolerância deve cessar quando os intolerantes pretenderem criar condições para a tolerância não subsistir, ou seja, para extinguir o Estado de direito e a democracia. A tolerância excessiva deu o resultado que se viu nos Estados Unidos. Tribunais manipulados, comunicação social coagida e uma polícia com ordem para matar a sangue-frio campeiam num país em que os delinquentes que assaltaram o Congresso, que tentaram linchar o vice-presidente e a presidente da Câmara dos Representantes e que mataram agentes da autoridade para subverterem uma eleição democrática foram indultados e premiados. É esta a moral pessoal que Donald Trump sobrepõe ao império da lei e é necessária firmeza para que não se continue a propagar na Europa.
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O Estado deve recorrer ao Direito Penal quando Necessário.
Eli Sharabi tem a força de quem conta o que aconteceu porque precisa de contar. Não moraliza. O haver livro é a lição moral.
José Maria de Alpoim aprovou entrega das armas aos carbonários que assassinaram D. Carlos e D. Luís Filipe, faz este domingo 118 anos.
A perda de poder de compra acumulada em 25 anos já ultrapassa os 30%.
Quem terá pagado a filmagem e montagem do vídeo? Obviamente, os nossos impostos.
Muito mais que uma pátria de camponeses, tem uma história e uma cultura que devem ser respeitadas.
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