Corria tudo de feição para que o FC Porto infligisse o primeiro desaire à única equipa invicta da Liga, justa dominadora da competição, deixando evidente que nenhuma prova termina antes do tempo.
Muito marcado pelo vazio de ‘miolo’ provocado pela ausência de Fejsa, mas também pelo atrevimento portista na construção do onze - Óliver na organização, Corona como ‘abre-latas’ –, o Benfica foi dominado pelo ‘Somos Porto’, podia-se dar por feliz por só ter um golo por recuperar, mas, valha a verdade, nunca se entregou. E, quando viu o antagonista começar a desmontar a estrutura que tão bem tinha construído, agradeceu o que lhe ofertavam e atirou-se de cabeça, com muito coração, rumo à continuada invencibilidade.
E como no célebre golo de Kelvin, nunca se sabe se este golo de Lisandro também fará história – uma história onde NES tem tantas responsabilidades quanto o disparatado Herrera, confirmando-se que não há campeões sem sorte. No meio de tudo isto, pois regressou às vitórias – comemorada, ao que parece, com ‘xutos e pontapés’ -, o Sporting sonha de novo: só depende de si para travar a hegemonia benfiquista. A Liga não terminou…
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