Lembro-me, como se fosse ontem, do peso daquele livro fino que me chegou às mãos. Estava num dos primeiros anos da licenciatura em Direito, na Universidade Católica do Porto, e devia ser numa aula de Constitucional quando, com entusiasmo, abri o meu exemplar da Constituição da República Portuguesa. Tinha-a comprado na véspera, numa das livrarias que nos abasteciam de manuais. Conhecia a importância do livro que segurava, mas faltava-me ainda compreendê-lo. Sentado à secretária, ouvi o meu professor explicar a sua génese. Explicou o seu contexto e a sua pertinência. Não estava perante um código qualquer. Era algo maior. Continha, em forma de artigos, um bocado da alma da nossa nação.
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