Está ainda por provar a eficácia dos confinamentos e outras medidas (o debate na comunidade científica está ao rubro), mas de três coisas já podemos ter a certeza sobre a covid e respetiva gestão, além da sua taxa de mortalidade de 0,03%: primeiro, é agora claro que, pelo terror, suspendeu liberdades e garantias, instalando a repressão e a delação tanto quanto calou o contraditório. Segundo, é evidente que atirou milhões para a pobreza e para outras doenças (inclusive oncológicas, cardiovasculares e suicidárias) que passaram a ser desprezadas. Terceiro, trata-se de uma colossal negociata para as farmacêuticas, financiadas com dinheiros públicos e que agora vendem as vacinas a quem dá mais, comendo lucros infames.
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Afinal de que adiantam dias de descanso se tivermos fome e sem casa para morar?
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
Olhamos para o lado e vemos o Governo espanhol a apoiar famílias e empresas
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.
Sem intermediação religiosa
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