passa hoje mais um ano desde aquela maldita tarde de 25 de janeiro de 2001 em que bandidos/assassinos emboscaram e metralharam sem piedade uma equipa de investigadores da PJ, ferindo de morte o Inspetor João Melo e colocando-se em fuga - como sempre fazem os cobardes.
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Presidente da Câmara de Coimbra acusou ministro da Agricultura de ir ao terreno apenas para fazer conferência de imprensa.
O tom agressivo, a voz levantada para acusar, a teatralidade constante não ajudam a causa - antes a fragilizam.
Luís Neves representará o Governo que o nomeou e não os profissionais, pois estes não elegem ministros.
Modernização? Faltam materiais de sustento do trabalho diário.
A vida de Luís Neves não vai ser fácil. Fora e dentro do Governo.
A cultura de defesa é a condição da paz, enquanto a cultura militarista é o prelúdio da tragédia.
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