Mãe, os adultos também choram? - perguntou-me o meu filho de 5 anos ao olhar para o Cristiano Ronaldo. “Acho que é o primeiro adulto que eu vejo chorar”, insistia, intrigado, embora eu me lembre (ele é que não) que no Mundial de 2022 me tinha perguntado se as lágrimas dos adultos são iguais às das crianças ao ver CR7 chorar também. Expliquei-lhe, claro, que todos choramos. Mesmo aqueles que nos habituamos a ver como deuses num Olimpo relvado onde ganhar ou perder é sempre desporto por muito que as derrotas doam. E venha a inteligência artificial que vier que os humanos vão continuar a ser máquinas de imperfeições, que choram de alegria e de tristeza, que ora acreditam ora perdem a fé. E mostrar as emoções não é sinal de fraqueza, aproveitemos para sublinhar às nossas crianças, e que nos penáltis da vida o recordemos. Somos todos iguais. Com mais ou menos jeito para a bola.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Sou um adepto fervoroso da portugalidade e seus contornos.
“Ele é um dos autores que mais influenciou jovens escritores”.
Uma análise à presença da Idália na gala anual da estação de Queluz de Baixo: a aventureira, sabichona, irreverente, ousada e destemida que não se cansa de se glorificar.
Operação 'Fúria Épica' traz o início de um movimento silencioso.
“A sua melancolia irá perseguir-nos como um farol”.
Foi esta estética e este nome [Vhils] que o Presidente escolheu.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos