Mãe, os adultos também choram? - perguntou-me o meu filho de 5 anos ao olhar para o Cristiano Ronaldo. “Acho que é o primeiro adulto que eu vejo chorar”, insistia, intrigado, embora eu me lembre (ele é que não) que no Mundial de 2022 me tinha perguntado se as lágrimas dos adultos são iguais às das crianças ao ver CR7 chorar também. Expliquei-lhe, claro, que todos choramos. Mesmo aqueles que nos habituamos a ver como deuses num Olimpo relvado onde ganhar ou perder é sempre desporto por muito que as derrotas doam. E venha a inteligência artificial que vier que os humanos vão continuar a ser máquinas de imperfeições, que choram de alegria e de tristeza, que ora acreditam ora perdem a fé. E mostrar as emoções não é sinal de fraqueza, aproveitemos para sublinhar às nossas crianças, e que nos penáltis da vida o recordemos. Somos todos iguais. Com mais ou menos jeito para a bola.
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