Como resultado do futebol produzido num terreno onde na última época havia triunfado por claros 3-0 – mesmo que muita coisa tenha mudado, e mudou, desde esse confronto para agora -, o Sporting podia (ou devia?) ter deixado a Luz com outro resultado e, no mínimo, manter a anterior distância pontual para o Benfica.
Sem que pretenda menosprezar a forma como os encarnados se adaptaram ao jogo, claramente em contra-ataque, mas que lhes valeu o triunfo, por força do domínio e pressão dos leões, a equipa de Jorge Jesus só não viu coroada de êxito a sua estratégia por quatro razões: foi perdulária, pois teve várias (e boas) oportunidades para ferir a sério o seu rival; não foi equilibrada no seu todo e o Benfica sabia bem que era pelas laterais da defesa que podia atacar o antagonista, realidade confirmada nos lances dos golos; Alan Ruiz e André acrescentaram zero ao grupo; Jorge Sousa teve uma noite infeliz (para parafrasear Octávio Machado…) e, embora as opiniões de ex-árbitros não sejam unânimes, são evidentes as razões de queixa dos responsáveis leoninos.
E assim, em cima do triunfo 100 na Liga de Vitória, o grande rival do Benfica é o FC Porto. Quem diria.
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