Os homens chegavam ao salão onde a comunidade estava reunida. Estes espaços eram tipicamente simples e funcionais, mas carregavam o peso solene de ser ali que se decidia o futuro do país e os próximos quatro anos. Quando chamavam pelos nomes, levantavam-se sem hesitar. À vez, caminhavam até à plataforma e, em 'viva voce', declaravam, com todos a ouvir, o candidato que apoiavam. Não havia boletins secretos, nem cabines de voto. Não havia urnas, nem a confidencialidade a que estamos habituados. Havia apenas homens, um a um, a assumirem publicamente a sua escolha perante os seus pares. Era assim que se votava, no início da década de sessenta - não do século XX, mas do século XIX. Foi neste cenário que os Estados Unidos, que ainda não tinham a forma que hoje reconhecemos no mapa, contavam votos para eleger um presidente. Havia quatro candidaturas e cada uma tinha visões muito diferentes para o jovem país, que contava com menos de cem anos e ainda estava a tentar moldar a sua matriz cultural e ideológica.
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