A RTP, operador do Estado, tem obrigações especiais em tempos de calamidade. Escrevi-o nos últimos anos; o Conselho de Opinião da RTP tem repetido essa recomendação a cada ano. Os portugueses não têm na RTP o serviço público de informar e de formar nas condições específicas da coronacrisis. O serviço jornalístico não se distingue do dos outros generalistas; dedicou tempo, teve alguns debates e divulgou os videozinhos publicitários do Ministério da Saúde, idiotas e inúteis, com famosos dizendo para lavarmos as mãos. Os talk shows também se dedicaram à pandemia sem se distinguiram dos concorrentes.
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