O jornal Sol apontava há dias o nome de Casimiro Morgado para a chefia do Sistema de Segurança Interna, substituindo Vizeu Pinheiro. O nome de Morgado, um jurista com larga ligação ao universo das secretas, ex-advogado, era também sublinhado como um forte candidato ao lugar pela sua ligação à maçonaria, como acontece habitualmente em lugares de topo dos serviços de informações. Esta ideia da ligação à maçonaria como critério de admissão numa secreta é aberrante. A ligação à maçonaria não tem de ser cadastro mas também não pode ser uma vantagem. Os critérios das nomeações para cargos públicos têm de ser objectivos. Será preciso evocar a dramática experiência da infiltração do Estado italiano pela Loja maçónica P2 para recordar que essas coisas costumam acabar mal?! Pode demorar, mas acabam mal!
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