Em abono da verdade, não lhes devemos nada. Quando Portugal ficou com o título em 2016, era a segunda vez que jogava uma final; a seleção francesa, a terceira. Os franceses foram campeões em 1984 e 2000. Nós abrimos o espumante naquele ano, com golo no prolongamento de Éder, num jogo emotivo no Stade de France, com Cristiano Ronaldo, lesionado, a sair de maca; e tínhamos estado quase lá em 2004, mas os gregos fizeram-nos a desfeita de nos tirar o prazer de festejar em casa. A deceção que foi... As buzinas fizeram luto, as bandeiras engelharam-se e o leão deve ter- se enroscado aos pés do Marquês de Pombal. Quanto à questão de sermos melhores do que os franceses, pois com certeza. Eles têm vinho, nós também. Eles têm ‘pâtisserie’, nós, doces conventuais. Eles têm ‘foie gras’, nós, amêijoas à Bulhão Pato, e por aí adiante. Eles marcam, nós vamos marcar muito mais.
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