Os feriados nacionais são uma espécie de sofás que nos deixam mais ou menos confortáveis, conforme criamos adesão afetiva àquilo que se celebra. Não espanta que o Natal, o Ano Novo, a Páscoa sejam cómodos, confortáveis, bem-dispostos, como se nos acariciassem o corpo. O 25 de Abril já foi assim, mas a mediocridade reinante faz dele o lugar onde ficam saudades do conforto inicial.
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