Não se espera de um juiz que seja um sujeito amorfo, sem ideias próprias. Até funciona melhor a judicatura quando são cultos, o que lhes permite distância crítica, conhecerem a vida, que lhes garante a dimensão humanista. A sociedade ideal não teria juízes, ou tendo-os, não teriam trabalho. Na verdade, só existem quando alguém lhes pede Justiça. Seja o Ministério Pública, seja um cidadão particular. É, pela sua própria natureza funcional, equidistante das partes. E só assim, pode avaliar e decidir de acordo com a lei e com a sua consciência.
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