O sangrento massacre de judeus, ocorrido na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália é uma expressão de ódio radical que, sendo neste caso antissemita, não nos permite lavar as mãos como Pôncio Pilatos. Na verdade, o terror espetáculo, um crime hediondo com sinete do Estado Islâmico diz-nos que, para os profissionais do ódio, não é apenas a Austrália, e tão só os judeus que são vítimas destes atos terroristas. Tal como mostram outros massacres em terras do Islão contra comunidades cristãs.
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Lamento que os tribunais não tenham valorizado o comportamento do delinquente.
Não há dúvidas. Este país não é para ingénuos.
Basta pegar no telemóvel e informá-los que vai chamar a Polícia de trânsito.
Polícias recebem, em média, 30 mil queixas de violência doméstica.
Ganhou uma verdadeira tribo de inimigos, a maioria deles raivosos, que farão de cada derrota uma festa.
Trump é, hoje, o expoente máximo dessa amoralidade que clandestinamente usurpou os poderes democráticos do povo.
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