Orbán caiu e essa foi a melhor notícia para o projeto europeu em muitos anos. Era um momento “make or break”. A autocratização da Hungria e a sua progressiva hostilidade a Bruxelas eram do interesse de Putin e também de Trump. Mais na sombra, também Xi Jinping gostava do caminho que estava ser seguido em Budapeste. A Rússia tinha em Orbán o seu “cavalo de Troia” para travar a ajuda europeia à Ucrânia, a administração norte-americana via nele a concretização do que está escrito no Conceito Estratégico de Segurança Nacional: a “Europa” que Trump gosta não é o projeto europeu de integração - liberal e globalista -, mas um fechamento nacionalista que priorize a contenção da imigração e a hostilidade à “islamização da Europa”.
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