Tem sido um ano animado em crises institucionais entre os três grandes. O pré-eleições no FC Porto foi turbulento, com polémica à volta da futura academia e do estado caótico da tesouraria. Sucedeu-se o Benfica, com o primeiro vice-presidente e administrador financeiro da SAD a bater com a porta em desacordo com a estratégia seguida, obrigando Rui Costa a uma profunda reformulação da administração da sociedade. O desgaste, também provocado pela péssima decisão de manter Roger Schmidt, foi ao ponto de um aspirante à presidência formalizar a candidatura mais de um ano antes das próximas eleições. O Sporting, quando tudo parecia correr bem dentro de campo à custa dos (muitos) golos de Gyokeres, foi abalado pelo anúncio da saída de Hugo Viana no fim da época e pela partida imediata de Ruben Amorim. Voltou agora o FC Porto para a berlinda. Pela péssima exibição no clássico, pelo anúncio de sócios expulsos nas vésperas de uma AG e, outra vez, pelas contas. A reestruturação da dívida financeira só será verdadeiramente compreendida lá para março. O que revelar esse relatório semestral também influenciará a avaliação da UEFA dos deslizes mais recentes.
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