"Cada um dorme na cama que faz" é um provérbio popular com grande utilização nos dias que correm no futebol português. Assenta que nem uma luva a Ruben Amorim, acima de todos. O técnico prometeu aos adeptos do Sporting que ia lutar pelo bicampeonato e, na verdade, saiu a meio de uma época porque considerou o convite do Man. United irrecusável. Não deixa de ser irónico que Farioli, ainda que com o conforto de não ter sido alvo de uma investida efetiva, tenha sido taxativo a dizer que não abandona o barco a meio da viagem. Amorim afirmar-se-á agora vítima das circunstâncias, mas era bem conhecida a instabilidade que reinava no clube inglês. Do mesmo modo que se o convidaram para ser 'manager' e depois o tratavam como 'head coach' devia ter vindo embora mal se apercebeu da diferença. Também Rui Costa está preso a opções tomadas no passado, no caso a contratação de José Mourinho. O (in)sucesso desportivo do técnico será o seu, seja porque a estrutura que o presidente do Benfica chefiava era deficitária (formando um plantel incompleto e desequilibrado) ou porque mais uma vez errou na escolha do técnico. Pelo menos Amorim tem tempo para acordar do pesadelo. Rui Costa não pode dizer o mesmo...
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Falta de interesse nas eleições do Sporting é taxativo.
Só a proximidade das eleições no Sporting explica o ataque nervoso a Villas-Boas.
O balanço desportivo do técnico desde o regresso ao Benfica é claramente negativo.
Presidente do Benfica não esteve à altura da exigência social do cargo.
Os dirigentes desportivos não receiam serem arrastados numa enxurrada de baixo nível.
Numa era em que se valoriza muito o parecer, é decisivo o timing do aparecer.
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