O Benfica tem pela frente um mês de janeiro decisivo em todas as frentes: as duas Taças, a Champions e também o campeonato, onde a equipa continua sem somar três vitórias consecutivas desde a chegada de José Mourinho. Consciente dessa pressão, o técnico procurou desculpar o desempenho da equipa que treina, recorrendo a argumentos que seriam motivo para arraso público generalizado se saídos da boca de outro treinador. O que interessa aos benfiquistas ainda não terem perdido um jogo nas provas internas quando estão no 3.º lugar da Liga, a 10 pontos do 1.º e a 5 do 2.º? A equipa só perdeu um jogo nos últimos 14? Verdade, mas só venceu 10 desses jogos, quando no mesmo período o FC Porto leva 12 triunfos e o Sporting tem 11. O Benfica está "bem" mas é vítima da época "extraordinária" do FC Porto? Quer isso dizer que as águias só são capazes de alcançar o sucesso mediante o demérito dos adversários? Ou Mourinho quis insinuar que Villas-Boas deu a Farioli condições que ele (e já agora o antecessor Bruno Lage) não recebeu de Rui Costa? Do mesmo modo que as constantes referências à arbitragem soam a desculpa de mau pagador que, adivinho, serão difíceis de engolir pelos adeptos do Benfica.
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Falta de interesse nas eleições do Sporting é taxativo.
Só a proximidade das eleições no Sporting explica o ataque nervoso a Villas-Boas.
O balanço desportivo do técnico desde o regresso ao Benfica é claramente negativo.
Presidente do Benfica não esteve à altura da exigência social do cargo.
Os dirigentes desportivos não receiam serem arrastados numa enxurrada de baixo nível.
Numa era em que se valoriza muito o parecer, é decisivo o timing do aparecer.
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