Está encerrado o período de mudança na liderança do futebol português. Pedro Proença é agora presidente da FPF e Reinaldo Teixeira sucedeu-lhe à frente da Liga de Clubes. Ambos enfrentaram concorrência, que superaram sem grande dificuldade. Mas quem interpretar esses resultados como sinal de união estará redondamente enganado.
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Ninguém se parece preocupar com os perigos da crescente agressividade no desporto.
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Falta de interesse nas eleições do Sporting é taxativo.
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