Uma semana depois, ainda se impõe apontar três razões que me levam a concluir que não ficou bem a Frederico Varandas enveredar por um passa-culpas para justificar o abaixamento de forma do Sporting. Começando pela arbitragem. Por muita razão que pudesse ter – e não vou entrar nessa discussão –, o timing foi errado. Primeiro, parece que também ele está a pressionar para colher dividendos; segundo, o Sporting foi dos principais apoiantes de Pedro Proença na corrida à FPF e, por inerência, das mudanças perspetivadas para a gestão da arbitragem. Cobrar alguma coisa a quem acabou de chegar não é sério, ou então estar a impor em público um caderno de encargos não é mais do que, lá está, uma forma de pressão. Depois, o plantel “talhado” para Amorim. Foi Varandas quem escolheu Rui Borges, conhecido por não seguir o modelo tático do antecessor. Qualquer dificuldade que daí surja resulta, portanto, da decisão tomada pelo presidente do Sporting. Precisamente o homem que, nos últimos anos, validou a opção de Amorim ter plantéis curtos, naquela que é a principal razão para o Sporting hoje estar a contas com tantas lesões. Esmifrar jogadores até ao tutano nunca é solução...
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O balanço desportivo do técnico desde o regresso ao Benfica é claramente negativo.
Presidente do Benfica não esteve à altura da exigência social do cargo.
Os dirigentes desportivos não receiam serem arrastados numa enxurrada de baixo nível.
Numa era em que se valoriza muito o parecer, é decisivo o timing do aparecer.
FC Porto e Sp. Braga podem ir longe na Liga Europa, beneficiando Portugal.
Clube da Luz é o 19.º do Mundo com mais receita, mas há várias nuvens no horizonte.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos