Foi de mansinho, paulatinamente, que Rui Costa mudou o topo da estrutura de futebol do Benfica. Quais são os quadros que impactam um clube profissional? O treinador está acima de todos, e também é o mais visível. Depois de Jorge Jesus vieram Roger Schmidt, Bruno Lage e agora José Mourinho. Segue-se o diretor geral. Lourenço Coelho, que já optara por um período sabático quando Vieira era presidente, saiu de vez da Luz. Também há o diretor desportivo, cargo que Rui Pedro Braz deixou quando fechou o último mercado. As duas funções passaram a ser exercidas por Mário Branco. Em 2024, o departamento de formação perdeu Pedro Mil-Homens, quando meses antes também o líder do scouting (Pedro Ferreira) deixara as funções. Só agora a prospeção vai ter uma cara nova a ditar leis, o alemão Patrick Dippel. Entre outras mudanças, também a assessoria de imprensa passou a ter novo protagonista não há muito tempo. E não, não me esqueci da SAD, abalada pelos abandonos de Domingos Soares de Oliveira, primeiro, e Luís Mendes, depois. O primeiro mandato de Rui Costa ficou marcado pelo insucesso desportivo, com um título em quatro possíveis. Para o segundo só resta o presidente. Rui Costa está na berlinda.
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