Ainda faltam pouco mais de duas semanas para o encerramento do mercado de transferências em Portugal, a 2 de setembro. Contudo, são já claros alguns sinais que deveriam preocupar os dirigentes desportivos responsáveis, uma espécie rara que às vezes parece mesmo estar em vias de extinção. Os clubes portugueses precisam de vender jogadores para pagar as contas. Mesmo para os grandes, não há Champions que chegue. Negócios como os de João Félix e Enzo Fernández, ou de Darwin, todos feitos pelo Benfica, criaram a ideia de que as vendas astronómicas poderiam ser recorrentes. Só que este defeso tem demonstrado que a realidade vai em sentido oposto.
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