Se Portugal reabrir em Maio, é preciso agradecer aos portugueses. Foram eles que, antes do governo determinar o fecho das escolas, começaram a tirar os filhos de lá. Foram eles que, antes da declaração do estado de emergência, já estavam avisadamente em casa. Foram eles que, antes das máscaras serem prioritárias, já tapavam o rosto como podiam. E foram eles que respeitaram o cativeiro pascoal. Foram os portugueses, e não a classe política reinante, que evitaram um cenário à espanhola. Sacrificaram-se e adaptaram-se.
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Não vale a pena fingir que a captura de Nicolás Maduro se fez em nome do combate ao narcotráfico.
Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
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