Que existem dois países neste país – o público e o privado – eis uma evidência que nenhuma pessoa racional nega. Do horário laboral ao salário mínimo, da reforma antecipada ao acesso à ADSE, os sucessivos governos democráticos têm imitado bem a teoria e a prática da ditadura, que também tratava de forma diferente os servidores do Estado. Mas havia sempre uma inteligência mínima para não fazer as coisas às claras: afinal de contas, o privado também vota.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos