Sempre gostei da expressão ‘coligação negativa’. Na língua de pau da nossa imprensa, estamos perante tal fenómeno quando os partidos da oposição se unem para subverter as contas do governo. Na cabeça dos simples, um governo com maioria relativa tem todo o direito de governar como se tivesse maioria absoluta. Isto significa, no limite, que os resultados eleitorais são dispensáveis; quem governa deve governar sem limites ou negociações.
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Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.
Pedro Passos Coelho quer reformas – e empurra o governo para os braços do Chega.
O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.
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