Criticar o governo é ‘anti-patriótico’? Depende. Em países com genuína tradição democrática, a ideia obtusa de que o PS é o país e de que António Costa se funde e confunde com Portugal só serviria para envergonhar o dinossauro que a proferisse. Confusões deste tipo são aceitáveis na Coreia do Norte; não deviam ser aceitáveis na Europa do século XXI.
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Não vale a pena fingir que a captura de Nicolás Maduro se fez em nome do combate ao narcotráfico.
Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
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