No dia 30 de Janeiro, parece que os portugueses terão menos uma hora para votar. Eu sei, eu sei: as urnas continuarão abertas até às 19h. Nada mudou – no papel. Mas a ‘recomendação’ do governo para que os isolados votem entre as 18h e as 19h significa, em termos práticos, que a votação ‘segura’ termina às 18h. A partir dessa hora, o bicho anda mais à solta e os portugueses pensarão duas vezes antes de sair de casa. Podia ter sido de outra forma?
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.
Pedro Passos Coelho quer reformas – e empurra o governo para os braços do Chega.
O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.
É só o fim das certezas fáceis.
Eis, finalmente, os três anos de estabilidade e diálogo que o Presidente Seguro tão generosamente nos prometeu.
O destino do conflito será decidido entre o impulso de parar já e a suspeita de que parar agora pode sair mais caro do que continuar.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos