Há em Portugal mais de 100 mil jogadores viciados no uso da “raspadinha”, cujo 30.º aniversário a Santa Casa da Misericórdia deseja agora festejar, fazendo contas ao valor já acumulado. Os viciados são, em regra, as pessoas de idade mais avançada e com recursos financeiros muito limitados. Os jogadores mais dependentes destas apostas de baixo valor que, acumuladas, causam um reconhecido prejuízo, começam por dizer que não padecem do vício, mas, prolongada a conversa, dão em geral sinais inequívocos de que a “raspadinha” lhes condiciona a vida e a liquidez que precisam para pagar medicamentos e a alimentação.
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