No dia 12 de agosto de 2022, 33 anos depois da ‘fatwa’ que contra ele foi lançada pelo fundamentalismo islâmico devido à publicação de ‘Versículos Satânicos’, Salman Rushdie, um herói global da luta pela liberdade de expressão e pela defesa do direito de estar vivo, entrou num anfiteatro em Chautauqua, em Nova Iorque, para falar sobre a necessidade inadiável de se manter escritores perseguidos fora de perigo e foi atacado e quase morto por um terrorista islâmico com uma faca, que lhe fez várias lesões e o cegou de um olho. Sem nunca pronunciar sequer o nome do assassino, Rushdie construiu um relato aberto e corajoso do que com ele aconteceu, encontrando, no espaço conturbado da memória, aquele que por ódio e cegueira religiosa o tentou assassinar.
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