Recordo-me do tempo em que, mesmo descontando os excessos com que a abordagem historiográfica enriquecia a vida e o trabalho dos navegadores, percebíamos que Afonso de Albuquerque, como navegador, militar e também como político conseguiu conquistar as praças de Ormuz, Aden, Goa e Malaca, transformando Portugal numa das grandes potências da época. O petróleo era produto que não se procurava, mas havia o fascínio pelas especiarias que converteu o Plano da Índia numa demonstração forte do nosso lugar nos mapas e na visão que Espanha e outras potências tinham de nós.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Mesmo sem o apelo global do petróleo, o estreito era já considerado um ponto essencial para a nossa visão do Oriente
O Estreito de Ormuz não corresponde aos desejos de Trump.
Mário Zambujal foi, sempre, um dos melhores de todos nós.
O antigo primeiro-ministro britânico foi um brilhante autor de textos e de frases que marcaram a história mundial.
Churchill sabia bem quais as ameaças que condicionavam o futuro.
António Lobo Antunes: não veio o Nobel, mas ficou a grandeza da obra.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos