Nunca vi jogar Pelé ao vivo, mas recordo-me bem da sua merecida fama universal. Em São Paulo, em 2012, precisei de assistência médica devido a uma crise de vertigens, e a minha editora brasileira deu-me acesso a um médico famoso que era seu médico e seu amigo. No seu consultório havia um belo retrato do jogador genial. O médico era também autor de livros de êxito e conversámos sobre Pelé, verdadeiro mito da cultura e da vida brasileira, vindo do Santos, onde se iniciou e fez uma carreira assombrosa. Foi três vezes campeão do mundo, em 1958, 1962 e 1970. Ele e Eusébio admiravam-se muito e tornaram-se amigos. Pelé engraxou sapatos na rua aos nove anos para ajudar a família. Chegou a ser ministro do Desporto com o Presidente Fernando Henrique Cardoso e nunca deixou de ser um homem simples e muito afável. Chamavam-lhe "rei" e ele nunca recusou o título.
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